Mostrando postagens com marcador Ovos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ovos. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 3 de junho de 2014
Lets Brunch - French Toast Strata with Raspberries
Ainda está a decorrer o passatempo de aniversário do Cravo & Canela e, este ano, para comemorar vamos fazer um Brunch Party. Já chegaram muitas participações (tantas coisas boas!) e a cozinha da anfitriã não pode faltar.
Quando vi esta receita de French Toast Strata fiquei logo encantada. Rabanadas feitas no forno (já há imenso tempo que queria experimentar) com framboesas e cream cheese? É uma espécie de rendez vous amoroso entre uma rabanada e um cheese cake de framboesa, não é?
Feita em pequenos ramequins é perfeita para um Brunch e garanto-vos que é tão boa quente como fria. Se tiverem umas framboesas frescas para decorar depois de assada ficam ainda mais bonitas.
Ingredientes:
(8 ramequins pequenos)
4 ovos
1 chávena de leite (250 ml)
6 colheres de açúcar
4 fatias de pão (tipo alentejano ou italiano)
150 g de framboesas (podem ser congeladas)
100 g de cream cheese
açúcar e canela para polvilhar
manteiga para untar os ramequins
Bater os ovos com metade do açúcar e juntar o leite, batendo mais um pouco. Mexer o queijo creme com o restante açúcar. Cortar o pão em cubos de tamanho médio. Untar os ramequins. Demolhar rapidamente o pão nos ovos e colocar metade no fundo dos ramequins. Distribuir o cream cheese pelos ramequins e juntar metade das framboesas. polvilhar com um pouco de açúcar e canela. Colocar o resto dos cubos de pão e de framboesas (se usar framboesas frescas, guardar uma parte para decorar depois de assado). Polvilhar com um pouco de açúcar e canela. Distribuir a mistura de ovo e leite pelas tigelinhas, deixando cerca de um dedo de altura livre, para não derramar muito. Colocar os ramequins dentro de um tabuleiro e levar ao forno, aquecido a cerca de 180ºC. Retirar quando o pão estiver dourado e o creme de ovo estiver cozinhado (fica como se fosse uma quiche). Polvilhar com açúcar granulado ou em pó e decorar com framboesas frescas (se tiver!). Pode ser comido quente ou frio.
{English}
French Toast Strata with Raspberries
When I saw this recipe for French Toast Strata I was immediately enchanted. French toast made in the oven ( for a long time ago I wanted to try it ) with raspberries and cream cheese? It's kind of a romantic rendez vous between french toast and raspberry cheese cake, is it not?
Made in small ramekins are perfect for a Brunch and I assure you that is as good cold as hot. If you have some fresh raspberries to decorate after roast are even more beautiful .
Ingredients:
(for 8 small ramekins)
4 eggs
1 cup of Milk (250 ml)
6 tablespoons of sugar
4 slices of bread
150 g raspberries ( can be frozen )
100 g of cream cheese
sugar and cinnamon for sprinkling
butter for greasing the ramekins
Beat the eggs with half the sugar and add the milk, beating some more. Stir the cream cheese with remaining sugar. Cut bread into medium sized cubes. Grease the ramekins. Quickly soak the bread in the egg and put half in the bottom of the ramekins. Distribute the cream cheese in the ramekins and add half the raspberries. Sprinkle with a little sugar and cinnamon. Place the remaining bread cubes and raspberries (if using fresh raspberries, keep some to decorate after cooking). Sprinkle with a little sugar and cinnamon. Distribute the mixture of egg and milk by the ramekins, leaving about a finger of headroom, not to spill too much. Place the ramekins in a baking pan and place in oven heated to about 180 ° C. Remove when the bread is golden brown and the custard is cooked (it looks like a quiche). Sprinkle with granulated or powdered sugar and decorate with fresh raspberries (if any!). It can be eaten hot or cold.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Strata Mediterrânica
Quem nao gosta de acordar mais tarde ao sábado e ao domingo, e fazer uma refeição deliciosa e fora do habitual. Aqueles pequenos almoços tardios, fartos e demorados?
Os anglo-saxónicos chamam-lhes brunch e, a bem da verdade, o brunch também já começou a entrar nos nossos hábitos e no nosso vocabulário.
Esta Strata Mediterânica é um prato excelente para um desses dias. Reconfortante, aconchega o estômago e acalenta a alma, e não podia ser mais saborosa.
A inspiração veio deste post do Foodie Crush. Como não tinha todos os ingredientes utilizados, fiz com o que tinha à mão, mas como a Heidi diz no seu post, o limite é a imaginação e podemos incluir tudo (até o lava louça). Não fui tão longe, confesso, mas juntei uma série de coisas boas que tinha no frigorífico e resultou lindamente.
Ingredientes:
3 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho finamente picados
1/2 cebola finamente picada
4 fatias de pão (alentejano ou italiano) cortadas em cubos
1/4 de chávena de azeitonas picadas grosseiramente
1/2 chávena de tomates cereja cortados ao meio (usei vermelhos e amarelos)
1/4 de chávena de parmesão ralado
1 chávena de queijo mozzarella fresco (usei bolinhas de mozzarella cortadas ao meio)
4 ovos
1 ramo pequeno de manjericão
1 colher de sopa de orégãos secos
Fazer um refogado com o azeite, a cebola e o alho. Quando a cebola estiver translúcida, juntar o tomate e os orégãos, deixando cozinhar um pouco. Acrescentar as azeitonas. Juntar esta mistura ao pão e ao queijo mozzarella. Bater os ovos com sal e pimenta e juntar o parmesão. Juntar os ovos à mistura anterior e acrescentar 2/3 das folhas de manjericão picadas. Envolver e deitar nos ramequins. Levar a cozer em forno aquecido a cerca de 180º até ficar ligeiramente dourado. Decorar com o resto do manjericão e servir. Dá quatro ramequins.
(English)
Who does not like to wake up later on Saturday and Sunday, and make a delicious meal, a long and lazy brunch?
The Mediterranean Strata is a wonderful option for one of those days. Comforts the stomach and soothes the soul, and could not be tastier.
The inspiration came from this post of Foodie Crush. As I did not had all the ingredients, made it with what I had on hand, but as Heidi says in her post, the limit is your imagination and we can include any thing (even the kitchen sink). I didn't get that far, I confess, but I gathered a lot of good things that had in the fridge and resulted beautifully.
Ingredients:
3 tablespoons of olive oil
2 cloves of garlic, finely chopped
1/2 onion, finely chopped
4 slices of bread diced
1/4 cup of coarsely chopped olives
1/2 cup cherry tomatoes halved (used red and yellow)
1/4 cup grated Parmesan
1 cup fresh mozzarella cheese (I used mini mozzarella balls cut in half)
4 eggs
1 small bunch of basil
1 tablespoon dried oregano
Make a stew with olive oil, onion and garlic. When the onion is translucent, add the tomatoes and oregano and cook a bit. Add the olives. Add this mixture to the bread and mozzarella. Beat the eggs with salt and pepper and add the Parmesan. Add the eggs to the previous mixture and 2/3 of chopped basil leaves. Put this mixture into four ramekins. Bake in oven heated to about 180ºC until lightly browned. Garnish with the rest of the basil and serve.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Raviolo de Massa de Batata com um Recheio Inesperado
A estadia em Portugal no passado mês de Janeiro também serviu para ver os programas da Food Network e retirar alguma inspiração para os pratos que apresento aqui no Cravo & Canela. Uma das propostas que mais me impressionou foi um prato do Restaurante Bottega do Chef Michael Chiarello. Logo me pareceu uma sugestão fantástica para uma Segunda Sem Carne e apenas a logística complicada do dia de ontem me impediu que ela vos fosse apresentada no dia certo.
Trata-se de um delicioso e gigante Raviolo, com uma massa invulgar e um recheio, no mínimo, inesperado. O Raviolo, com o tamanho aproximado de um hamburguer, é feito com massa de batata (sim, a mesma com que se fazem os gnocchi) e recheado com ricotta, espinafres e uma gema fresca. Antes de servir é regado com manteiga de sálvia e o Chef Chiarello acrescenta ainda um toque requintado com as trufas negras, o que neste caso não foi possível!
Ingredientes:
(Para a Massa)
4 batatas de tamanho médio
1 ovo
1 1/2 chávena (chícara) de farinha
3 colheres de sopa de margarina
Sal e noz moscada qb
(Para o Recheio)
1 queijo ricotta
1 molho de espinafres
1/2 cebola picada
Azeite, sal, pimenta e noz moscada qb.
4 gemas de ovo
(Para o Molho)
100 g de manteiga
1 raminho de sálvia
Queijo parmesão ralado para polvilhar
Descarcar e cozer as batatas em água temperada de sal. Depois de cozidas, reduzir a puré com um espremedor de batatas, ou com um passe-vite. Juntar a margarina e o ovo batido e amassar bem. Ir juntando, gradualmente, a farinha (pode não ser necessária toda, ou precisar de mais um pouco) até a massa descolar das mãos, devendo ser bem maleável, mas não excessivamente seca. Separe porções que permitam fazer um círculo com 3 mm de espessura e cerca de 12 cm de diâmetro.
Preparar o recheio, estufando as folhas de espinafre com uma colher de água e um fio de azeite. Quando estiverem tenras, picar finamente, e juntar o queijo ricotta previamente esfarelado. Envolver cuidadosamente em lume muito brando e temperar de sal, pimenta e noz moscada.
Estender a massa e colocar o recheio de espinafre e ricotta no centro, deixando margens para fechar o raviolo. Criar um espaço central onde colocar a gema. Tapar com outro circulo de massa, pressionando as extremidades para que fique bem colado. Passar um carretilho para acertar o raviolo e terminar, marcando a orla com os dentes de um garfo.
Depois de recheados, coloca-se água a ferver, temperada de sal e quando esta estiver bem quente juntam-se os raviolos, um a um. Quando cozidos, estes vêm à superfície. Devem ser retirados e colocados num prato de servir.
Numa frigideira, leva-se a manteiga a derreter e junta-se a sálvia, deixando aquecer um pouco. Regam-se os raviolos com este molho, polvilhando-se com queijo parmesão acabado de ralar.
Neste momento estão prontos a servir. A massa de batata está cozida, o recheio de espinafre e ricotta está quente, mas a gema de ovo dourada não está completamente cozida e vai-se desmanchar num inesperado molho interior quando o raviolo for aberto.
A mistura da manteiga aromatizada com a sálvia com o sabor da gema fresca é deliciosa. A massa bem macia e o recheio com várias camas de sabor regalam os sentidos e vão-lhe garantir muitos elogios!
Não deixem de experimentar!
Marcadores:
Espinafres,
Massas,
Ovos,
Ricotta,
Segunda Sem Carne
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Fritata de Espinafre, Parmesão e Nozes para levar ao Pic-nic
O meu primeiro livro de culinária a sério foi-me oferecido, ainda na adolescência, por uma das minhas tias (Madressilva) e, porque tem muitas informações técnicas e belíssimas fotografias, continuo a recorrer a ele. Este livro, para além das receitas, tem todo um capítulo inteiramente dedicado à apresentação e um dos temas que sempre me fascinou foi um belo Pic-nic à beira rio, com as garrafas de vinho a arrefecer nas águas correntes, a cesta repleta de coisas boas, os bonitos pratos coloridos e uma deliciosa fritata com espinafres.

Ingredientes:
6 ovos
1 molho de espinafres
4 colheres de sopa de natas espessas (creme de leite)
50 g de queijo parmesão ralado
2 dentes de alho
1 raminho de tomilho
4 nozes
Azeite, sal, pimenta e noz moscada qb.
Lavar bem os espinafres e escolher as folhas, descartando os caules. Numa frigideira colocar um pouco de azeite, os dentes de alho espalmados e dois ou três pés de tomilho. Deixar aquecer um pouco e juntar as folhas de espinafre que deverão cozinhar um pouco até ficarem brandas. Numa tigela colocar os ovos, as natas, o queijo ralado, um pouco de sal, pimenta e noz moscada moídos na altura. Bater bem e depois juntar os espinafres já salteados e as nozes partidas em pedaços pequenos, envolvendo cuidadosamente. As fritatas à italiana são habitualmente cozinhadas no forno, enquanto que as tortilhas espanholas são cozinhadas na frigideira. Neste caso, no entanto, preparei a fritata na própria figideira. Ao preparar esta quantidade (para quatro pessoas) sugiro que utilizem uma frigideira de tamanho médio e façam em duas vezes, pois o processo de viragem é dificultado quando a fritata é muito grande (por exemplo, esta ficou mais fina do que deveria devido a um pequeno acidente no momento da viragem!). Para cozinhar, deixar fritar de um lado e quando se começa a ver que os bordos estão bem dourados e o ovo já começa a secar, coloca-se um prato sobre a frigideira e vira-se, deixando, depois, escorregar novamente para dentro da frigideira, desta vez com o lado crú virado para baixo. Deixar cozinhar mais um pouco, até ficar igualmente dourado.
Ao receber tantas convidadas e pensar o que iria preparar para o Pic-nic, a imagem daquela fritata voltava sempre. Tinha de experimentar fazê-la...
Com espinafres e tomilho da horta, acabados de apanhar, coloquei mãos à obra e aqui está o resultado. Mais saborosa do que bonita, esta fritata é deliciosa quente ou fria e vai muito bem acompanhada de uma bela fatia de pão e de uma salada fresca.
Ingredientes:
6 ovos
1 molho de espinafres
4 colheres de sopa de natas espessas (creme de leite)
50 g de queijo parmesão ralado
2 dentes de alho
1 raminho de tomilho
4 nozes
Azeite, sal, pimenta e noz moscada qb.
Lavar bem os espinafres e escolher as folhas, descartando os caules. Numa frigideira colocar um pouco de azeite, os dentes de alho espalmados e dois ou três pés de tomilho. Deixar aquecer um pouco e juntar as folhas de espinafre que deverão cozinhar um pouco até ficarem brandas. Numa tigela colocar os ovos, as natas, o queijo ralado, um pouco de sal, pimenta e noz moscada moídos na altura. Bater bem e depois juntar os espinafres já salteados e as nozes partidas em pedaços pequenos, envolvendo cuidadosamente. As fritatas à italiana são habitualmente cozinhadas no forno, enquanto que as tortilhas espanholas são cozinhadas na frigideira. Neste caso, no entanto, preparei a fritata na própria figideira. Ao preparar esta quantidade (para quatro pessoas) sugiro que utilizem uma frigideira de tamanho médio e façam em duas vezes, pois o processo de viragem é dificultado quando a fritata é muito grande (por exemplo, esta ficou mais fina do que deveria devido a um pequeno acidente no momento da viragem!). Para cozinhar, deixar fritar de um lado e quando se começa a ver que os bordos estão bem dourados e o ovo já começa a secar, coloca-se um prato sobre a frigideira e vira-se, deixando, depois, escorregar novamente para dentro da frigideira, desta vez com o lado crú virado para baixo. Deixar cozinhar mais um pouco, até ficar igualmente dourado.
Nessa altura estão prontas a servir decoradas com pés de tomilho, pedacinhos de noz e lascas de parmesão.
Comidas ainda quentes, acompanhadas de salada são uma refeição deliciosa. Já frias, sabem bem com uma fatia de pão, sendo que alguns sabores se apuram ainda mais.
Espero que gostem e que se divirtam com este Pic-nic!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Espargos Verdes Mexidos com Ovos
Os espargos verdes mexidos com ovos são um prato tipicamente alentejano. Se forem espargos bravos´este petisco é ainda melhor! Infelizmente, por aqui, o melhor que consigo arranjar são espargos de cultura que nos chegam vindos do Perú.
Lembro-me que a primeira vez que comi este prato foi em Vila Viçosa, há muitos anos atrás. Ao tentar recriá-lo, consultei algumas receitas e no resto, recorri ao bom senso e, em menor dose, à imaginação.
Ingredientes:
1 molho de espargos verdes
6 ovos
1 dente de alho
1 folha de louro
Azeite, sal e pimenta qb
Lave bem os espargos e mergulhe-os em água a ferver, temperada de sal, deixando ficar por poucos minutos, de forma a tirar algum amargor ou sabor a verde, mas sem deixar ficar os espargos demasiado cozidos e moles. Escorrer e cortar os espargos em pedaços pequenos. Bater os ovos, temperados de sal e pimenta. Numa frigideira colocar o azeite, o alho finamente picado e a folha de louro, deixando aquecer sem tostar. Juntar os espargos e, logo em seguida, os ovos, mexendo sempre com uma colher de pau. Os ovos costumam deixar-se sequinhos, mas sem ser em demasia.
Servem-se quentes, acompanhados de pão. Se forem associados a umas boas talhadas de linguiça ou paio, podem mesmo constituir uma bela refeição. São sempre deliciosos como petisco ou como entrada.
Espero que gostem!
Lembro-me que a primeira vez que comi este prato foi em Vila Viçosa, há muitos anos atrás. Ao tentar recriá-lo, consultei algumas receitas e no resto, recorri ao bom senso e, em menor dose, à imaginação.
Ingredientes:
1 molho de espargos verdes
6 ovos
1 dente de alho
1 folha de louro
Azeite, sal e pimenta qb
Lave bem os espargos e mergulhe-os em água a ferver, temperada de sal, deixando ficar por poucos minutos, de forma a tirar algum amargor ou sabor a verde, mas sem deixar ficar os espargos demasiado cozidos e moles. Escorrer e cortar os espargos em pedaços pequenos. Bater os ovos, temperados de sal e pimenta. Numa frigideira colocar o azeite, o alho finamente picado e a folha de louro, deixando aquecer sem tostar. Juntar os espargos e, logo em seguida, os ovos, mexendo sempre com uma colher de pau. Os ovos costumam deixar-se sequinhos, mas sem ser em demasia.
Servem-se quentes, acompanhados de pão. Se forem associados a umas boas talhadas de linguiça ou paio, podem mesmo constituir uma bela refeição. São sempre deliciosos como petisco ou como entrada.
Espero que gostem!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Fritada de Bacalhau
Adoro pratos confeccionados com ovos e, embora não faça com frequência, as fritadas (frittatas ou tortilhas) preenchem bem esse critério, além de serem uma forma de aproveitar restos de carne, peixe ou legumes.
Há dias tinha visto uma sugestão do Chef Baena que me ficou na lista das receitas a repetir. Quando ontem me sobrou bacalhau do almoço pensei logo em por a ideia em prática.
As fritadas são sempre formas rápidas de obter uma refeição saborosa e, com um acompanhamento simples como uma salada, podem facilmente proporcionar uma refeição bastante equilibrada.
Ingredientes:
(para uma fritada)
1/2 posta / lombo de bacalhau
1/2 batata
3 chalotas
1 dente de alho
3 ovos
Cebolinho
Azeite, sal e pimenta
Corta-se a batata em cubos pequenos e frita-se. Desfia-se o bacalhau já cozinhado em lascas. Pica-se as cebolinhas e levam-se a refogar no azeite, juntando o alho picado pouco depois. Quando começarem a ficar translúcidas junta-se o bacalhau. Numa tigela, batem-se os ovos com um pouco de sal (ter em conta que o bacalhau já tem gosto a sal) e a pimenta, adiciona-se o cebolinho picado. Junta-se a mistura de bacalhau e envolve-se. Na frigideira ainda untada de azeite, deita-se a mistura de ovos e bacalhau e deixa-se alourar. Quando estiver boa do primeiro lado, vira-se com a ajuda de um prato (ver vídeo do Chef Baena), deixando alourar depois do outro lado. Corta-se em triângulos e serve-se quente.
O Chef Baena dá uma óptima sugestão para cozer o bacalhau. Cá em casa faço de outra forma: coloco o bacalhau em água fria e acendo o lume. Quando levanta fervura, desligo o fogão. Fica bem cozido, a lascar e nada ressequido.
Há dias tinha visto uma sugestão do Chef Baena que me ficou na lista das receitas a repetir. Quando ontem me sobrou bacalhau do almoço pensei logo em por a ideia em prática.
As fritadas são sempre formas rápidas de obter uma refeição saborosa e, com um acompanhamento simples como uma salada, podem facilmente proporcionar uma refeição bastante equilibrada.
Ingredientes:
(para uma fritada)
1/2 posta / lombo de bacalhau
1/2 batata
3 chalotas
1 dente de alho
3 ovos
Cebolinho
Azeite, sal e pimenta
Corta-se a batata em cubos pequenos e frita-se. Desfia-se o bacalhau já cozinhado em lascas. Pica-se as cebolinhas e levam-se a refogar no azeite, juntando o alho picado pouco depois. Quando começarem a ficar translúcidas junta-se o bacalhau. Numa tigela, batem-se os ovos com um pouco de sal (ter em conta que o bacalhau já tem gosto a sal) e a pimenta, adiciona-se o cebolinho picado. Junta-se a mistura de bacalhau e envolve-se. Na frigideira ainda untada de azeite, deita-se a mistura de ovos e bacalhau e deixa-se alourar. Quando estiver boa do primeiro lado, vira-se com a ajuda de um prato (ver vídeo do Chef Baena), deixando alourar depois do outro lado. Corta-se em triângulos e serve-se quente.
O Chef Baena dá uma óptima sugestão para cozer o bacalhau. Cá em casa faço de outra forma: coloco o bacalhau em água fria e acendo o lume. Quando levanta fervura, desligo o fogão. Fica bem cozido, a lascar e nada ressequido.
Acompanhei a fritada de uma salada de alface, tomatinho sweet grape e manjericão, temperada de azeite e vinagre balsâmico. Uma refeição simples mas muito saborosa.
Bom apetite!
sábado, 10 de dezembro de 2011
A Fazer Rabanadas para Encontrar o Natal
O Natal aproxima-se! E para mim, esta época do ano rima com frio, casacos quentes e luvas, iluminação festiva nas ruas, o cheiro dos pinheiros, o pensar o que fazer na noite da consoada de novo e diferente que surpreenda os convidados, mas também o que é tradição e invariável...
É aqui que entram as fatias de ovos, douradas, paridas ... com tantos nomes... as rabanadas!
Por isso, aqui deste lado do mundo, onde a Primavera está quase a tornar-se Verão, sem casacos nem luvas, sem frio nem pinheiros, resolvi fazer umas rabanadas para ver se o seu sabor me trazia essa sensação de Natal eminente que tardava em chegar.
Em casa de meus pais, as rabanadas sempre foram uma tradição de dia 24 (fora desse dia, chamamos-lhe fatias de ovos!). Começa dias antes com a encomenda e compra do pão apropriado e na tarde da véspera de Natal, monta-se toda a logística, prato com leite morno, prato com ovo batido, prato para escorrer a gordura, prato com açúcar e canela... e, eu e a minha mãe, lá íamos passando as fatias de prato em prato, até à frigideira e, depois de mais uns pratos, as primeiras, ainda quentes, iam directamente para a minha barriga.
Estas eram as melhores, com a cozinha a cheirar a fritos e a canela! As segundas melhores são as de dia 25 de manhã, logo ao acordar, comidas ainda de ramelas, já frias, mas com o açúcar já meio derretido, a pegar-se nos dedos, duas ou três, pelo menos!
Depois de casada, enquanto eu preparava a consoada na minha casa, a minha mãe fazia as rabanadas e depois vinha a toda a velocidade para eu ainda comer uma quente antes do jantar. Este ano, o meu primeiro Natal fora de Portugal e longe da família, vou sentir falta de todos e deste gesto de carinho. Este post é dedicado à minha mãe, e tem um pedido implícito para uma tarde de rabanadas em Janeiro quando lá chegar!
Ingredientes:
4 ovos
12 fatias de pão (pode ser pão de forma, mas de padaria, pois se for demasiado delicado desmancha-se)
1/2 l leite
açúcar e canela em pó
óleo vegetal para fritar
Amornar o leite e colocá-lo num prato fundo. Bater os ovos num prato. Preparar um prato ou travessa com papel absorvente para escorrer as fatias depois de fritar. Num prato raso, deitar açúcar e canela e misturar bem. Colocar o óleo a aquecer numa frigideira. Primeiro passar cada fatia pelo leite morno, depois pelo ovo, deixando absorver um pouco. Em seguida, levar a fritar, até ficar dourada de ambos os lados. Deixar escorrer a gordura o melhor possível e, enquanto está quente, passá-la pelo açúcar com canela que vai aderir à fatia. Fazer o mesmo processo com todas as fatias de pão.
Podem ser comidas quentes ou frias e são deliciosas, com o seu interior macio e suculento e o seu exterior doce e aromático!
Esta iguaria de Natal pode estar relacionada com o facto de também ser um doce que se oferecia às mulheres que tinham acabado de ser mães, daí o nome de Fatias Paridas, e por isso ser presença indispensável na data em que se celebra o nascimento de Jesus.
Espero que gostem!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
O Bacalhau à Brás cá de Casa
Aqui no Brasil, a seguir à constatação de que sou portuguesa, segue-se, num raio de dez palavras, a menção ao bacalhau. Talvez no nosso país não nos demos conta, mas para os demais, é como se os portugueses andassem sempre com o seu "fiel amigo" de mão dada.
Até Bourdain, na sua conferência de imprensa, referiu que quando está fora do seu país, o que qualquer português sente mais falta é o bacalhau com batatas e azeite! Não sei se é bem assim. Que, duma forma geral gostamos de bacalhau, é verdade. Que existem mil e uma maneiras de o cozinhar, também é capaz de ser, mas se é o que sentimos mais falta, tenho algumas dúvidas...
Para mim o único acompanhamento é uma boa fatia de pão, mas também fica muito bem com uma salada verde.
Espero que gostem!
Até Bourdain, na sua conferência de imprensa, referiu que quando está fora do seu país, o que qualquer português sente mais falta é o bacalhau com batatas e azeite! Não sei se é bem assim. Que, duma forma geral gostamos de bacalhau, é verdade. Que existem mil e uma maneiras de o cozinhar, também é capaz de ser, mas se é o que sentimos mais falta, tenho algumas dúvidas...
Até porque aqui no Brasil se encontra bom bacalhau, o que sinto mais falta é do nosso pão, do nosso queijo, do peixe fresco do nosso mar, dos enchidos e presuntos... nem tanto do bacalhau! Mas gosto de bacalhau e cozinho com alguma regularidade, embora não com a frequência que quem não é português imagina!
Hoje a Cozinha do Cravo e Canela traz um Bacalhau à Brás, como costumo fazer cá em casa, e que apesar de estarmos longe, foi feito com ingredientes portugueses que já se encontram aqui com alguma facilidade.
Ingredientes:
2 lombos de bacalhau
8 ovos
1 cebola
2 dentes de alho
3 batatas cortadas em palha (ou uma embalagem de batata palha)
1 raminho de coentros
1 folha de louro
Azeitonas para decorar
Azeite, sal e pimenta qb
Se comprar o bacalhau em seco, dessalgar de véspera, sempre em água fria, trocando a água com alguma frequência. No meu caso, costumo comprar bacalhau previamente dessalgado e congelado. Tanto em Portugal como no Brasil, é possível encontrar boas marcas. Importante é que o bacalhau seja de boa qualidade e, apesar de ser para lascar, não aconselho o uso de migas de bacalhau. Se for necessário fazer o prato de forma mais económica, é preferível comprar posta ou lombo e usar uma menor quantidade. O sabor e a textura compensarão, podendo colocar um pouco mais de batata para compor a receita. Uma vez dessalgado, tirar as peles e as espinhas e separar em lascas, não muito miúdas. Cortar a cebola em rodelas muito finas. Fritar as batatas em palha. Depois de ter todos os ingredientes a postos, refogar a cebola no azeite (seja generoso), numa frigideira grande, com os dentes de alho esmagados e a folha de louro. Quando estiver transparente, juntar as lascas de bacalhau, envolver e deixar cozinhar por 2 ou 3 minutos (não deixe cozinhar demasiado), juntando logo as batatas. Envolver bem, para que fiquem bem misturadas e juntar os ovos batidos, temperados de sal e pimenta. Mexer, envolvendo, com o cuidado para não deixar pegar. Convém começar com o lume mais alto e ir baixando gradualmente, à medida que o ovo vai secando. Deixar o bacalhau com os ovos com uma textura fofa e ainda com alguma humidade. Colocar no prato de servir, decorar com azeitonas e os coentros picados e servir imediatamente.
Para mim o único acompanhamento é uma boa fatia de pão, mas também fica muito bem com uma salada verde.
Espero que gostem!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Ervilhas (Tortas!) com Ovos
Dos meus tempos de infância, tenho uma memória bem vívida de estar sentada num poial de porta, com um alguidarinho no colo a esburgar ervilhas!
Não me consigo lembrar se era no Alentejo, mas esta lembrança está associada à minha avó Eugénia, à minha mãe e a ervilhas com ovos! Não como se fazem na zona de Lisboa e também em algumas partes do Alentejo, com os ovos escalfados no guisado das ervilhas, mas como a minha avó fazia, com os ovos mexidos com o estufado. Ficavam húmidos e com o sabor das ervilhas e dos coentros e, acima de tudo, eu detestava-os!
A única coisa boa desses dias era esburgar as ervilhas, ouvir o som da vagem quando abria, senti-las redondas a passar pelos dedos e cheirar o verde que deixavam nas mãos! Esse era o meu contributo e a minha recompensa. Ter de as comer era o sacrifício que fazia por este momento de pura diversão!
Mas os tempos mudam e, com eles, também os nossos gostos! Hoje aprecio o sabor das ervilhas nos ovos, o travo dos coentros, a consistência e o aroma deste prato. Por isso, tenho feito algumas vezes aqui em casa e trago-vos hoje a minha visão desta receita tradicional.
Esta Primavera, na horta, as ervilheiras crescem à redea solta e todos os dias podemos colher vagens prontas a cozinhar! As primeiras a chegar foram as ervilhas tortas e por isso tem sido presença frequente na nossa mesa, tanto como acompanhamento, como como prato principal.
Estava na dúvida se as ervilhas tortas seriam apropriadas para fazer com os ovos, mas asseguraram-me que mesmo a Avó Dade escolhia as mais tenras para poder fazer com a vagem, por ser mais saboroso! Posto isto, coloquei mãos à obra e os resultados não me desiludiram.
Ingredientes:
500 g de ervilhas
6 ou 7 ovos
1/2 cebola
1 dente de alho
1 molhinho de coentros
Azeite, sal e pimenta qb
Lavar bem as vagens, cortar o pé e, puxando ligeiramente, tirar a linha principal do lado da vagem. Levar a cozer, por 2 ou 3 minutos, em água a ferver, temperada de sal. Escorrer e reservar. Numa frigideira, refogar, no azeite, metade de uma cebola, picada finamente, e um dente de alho esmagado. Cortar as vagens em pedaços grados e levar a refogar juntamente com as cebolas, quando estas já começarem a ficar transparentes, juntar os coentros picados, temperar de pimenta, moída na altura, e tapar a frigideira, deixando estufar durante alguns minutos. Quando as ervilhas estiverem brandas, mas não desfeitas, juntar os ovos batidos, temperados de sal, e mexer, reduzindo gradualmente a temperatura do fogão, de modo a que fiquem bem cozinhados, mas húmidos e brandos. Devem ser servidos de imediato.
Como boa Alentejana que sou, prefiro acompanhar as ervilhas com ovos de uma boa fatia de pão, mas poderão optar por um arroz ou até mesmo uma salada de alface com coentros!
Espero que gostem!
Não me consigo lembrar se era no Alentejo, mas esta lembrança está associada à minha avó Eugénia, à minha mãe e a ervilhas com ovos! Não como se fazem na zona de Lisboa e também em algumas partes do Alentejo, com os ovos escalfados no guisado das ervilhas, mas como a minha avó fazia, com os ovos mexidos com o estufado. Ficavam húmidos e com o sabor das ervilhas e dos coentros e, acima de tudo, eu detestava-os!
A única coisa boa desses dias era esburgar as ervilhas, ouvir o som da vagem quando abria, senti-las redondas a passar pelos dedos e cheirar o verde que deixavam nas mãos! Esse era o meu contributo e a minha recompensa. Ter de as comer era o sacrifício que fazia por este momento de pura diversão!
Mas os tempos mudam e, com eles, também os nossos gostos! Hoje aprecio o sabor das ervilhas nos ovos, o travo dos coentros, a consistência e o aroma deste prato. Por isso, tenho feito algumas vezes aqui em casa e trago-vos hoje a minha visão desta receita tradicional.
Esta Primavera, na horta, as ervilheiras crescem à redea solta e todos os dias podemos colher vagens prontas a cozinhar! As primeiras a chegar foram as ervilhas tortas e por isso tem sido presença frequente na nossa mesa, tanto como acompanhamento, como como prato principal.
Estava na dúvida se as ervilhas tortas seriam apropriadas para fazer com os ovos, mas asseguraram-me que mesmo a Avó Dade escolhia as mais tenras para poder fazer com a vagem, por ser mais saboroso! Posto isto, coloquei mãos à obra e os resultados não me desiludiram.
Ingredientes:
500 g de ervilhas
6 ou 7 ovos
1/2 cebola
1 dente de alho
1 molhinho de coentros
Azeite, sal e pimenta qb
Lavar bem as vagens, cortar o pé e, puxando ligeiramente, tirar a linha principal do lado da vagem. Levar a cozer, por 2 ou 3 minutos, em água a ferver, temperada de sal. Escorrer e reservar. Numa frigideira, refogar, no azeite, metade de uma cebola, picada finamente, e um dente de alho esmagado. Cortar as vagens em pedaços grados e levar a refogar juntamente com as cebolas, quando estas já começarem a ficar transparentes, juntar os coentros picados, temperar de pimenta, moída na altura, e tapar a frigideira, deixando estufar durante alguns minutos. Quando as ervilhas estiverem brandas, mas não desfeitas, juntar os ovos batidos, temperados de sal, e mexer, reduzindo gradualmente a temperatura do fogão, de modo a que fiquem bem cozinhados, mas húmidos e brandos. Devem ser servidos de imediato.
Como boa Alentejana que sou, prefiro acompanhar as ervilhas com ovos de uma boa fatia de pão, mas poderão optar por um arroz ou até mesmo uma salada de alface com coentros!
Espero que gostem!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Uma Tomatada para o Almoço
A Tomatada é um "Comer Alentejano" que aprendi a fazer com a minha avó materna, a Avó Eugénia. Ainda muito pequena, ficava a observá-la a preparar a Tomatada que, nesses tempos ainda sem as máquinas eléctricas que hoje nos ajudam, levava uma boa parte da manhã. Eu ajudava a esfarelar o pão duro, com as mãos, até ficar em miolos finos. Via fazer o refogado de tomate que depois se moía no Passe-vite, e adorava o cheiro que saia do tacho e depois o sabor da Tomatada. Era para mim um prato especial, apesar da sua modéstia, e percebo hoje que para além de económico e delicioso é também bastante nutritivo e equilibrado, ao juntar os cereais provenientes do pão, que deve ser Alentejano ou um pão de farinha mais grosseira, os nutrientes do tomate, cebola, alho e azeite, e as proteínas dos ovos (a gordura também...mas também nada é perfeito!).
Ingredientes:
4 tomates maduros
1 cebola
4 ou 5 dentes de alho
1/2 kg de pão alentejano duro, sem côdea, esfarelado
6 ovos
sal qb
azeite qb
Faz-se um refogado com azeite, cebola e alho. Quando a cebola estiver transparente, junta-se o tomate, sem pele, sem sementes e partido em bocados. Deixa-se refogar e quando estiver praticamente desfeito, tritura-se com o auxílio da varinha mágica. Se não tirar a pele e as sementes, depois de triturado deverá coar por um passador de rede. Rectifique o tempero do molho de tomate. Entretanto, tirou a côdea do pão, cortou em quadradinhos e triturou no processador de alimentos (vulgo, 1-2-3), até ficar em migalhas finas. Adicionar o miolo de pão ao molho, dentro do tacho, e deixar aborver bem, mexendo com uma colher de pau. Numa tigela à parte, bater os ovos com sal. Acrescentar os ovos à mistura de pão e tomate e incorporar bem. Só depois de bem misturado, ligar o lume. Manter uma temperatura baixa e ir mexendo sempre, para cozinhar os ovos e secar a Tomatada. Está pronto quando começa a desagarrar do tacho. A partir dessa altura, deixa de mexer com a colher e começa a virar o "rolo" da tomatada balanceando o tacho, como se fosse uma omolete ou migas à alentejana, até ficar com o aspecto que se vê na foto.
É delicioso acompanhado com presunto (presunto de Parma), e/ou com salada, podendo ser comido quente ou frio. Bom apetite!
Ingredientes:
4 tomates maduros
1 cebola
4 ou 5 dentes de alho
1/2 kg de pão alentejano duro, sem côdea, esfarelado
6 ovos
sal qb
azeite qb
Faz-se um refogado com azeite, cebola e alho. Quando a cebola estiver transparente, junta-se o tomate, sem pele, sem sementes e partido em bocados. Deixa-se refogar e quando estiver praticamente desfeito, tritura-se com o auxílio da varinha mágica. Se não tirar a pele e as sementes, depois de triturado deverá coar por um passador de rede. Rectifique o tempero do molho de tomate. Entretanto, tirou a côdea do pão, cortou em quadradinhos e triturou no processador de alimentos (vulgo, 1-2-3), até ficar em migalhas finas. Adicionar o miolo de pão ao molho, dentro do tacho, e deixar aborver bem, mexendo com uma colher de pau. Numa tigela à parte, bater os ovos com sal. Acrescentar os ovos à mistura de pão e tomate e incorporar bem. Só depois de bem misturado, ligar o lume. Manter uma temperatura baixa e ir mexendo sempre, para cozinhar os ovos e secar a Tomatada. Está pronto quando começa a desagarrar do tacho. A partir dessa altura, deixa de mexer com a colher e começa a virar o "rolo" da tomatada balanceando o tacho, como se fosse uma omolete ou migas à alentejana, até ficar com o aspecto que se vê na foto.
É delicioso acompanhado com presunto (presunto de Parma), e/ou com salada, podendo ser comido quente ou frio. Bom apetite!
Assinar:
Postagens (Atom)































