Não há nada como começar a semana com algo doce para animar. Hoje trago-vos um Bolo de Laranja que fiz para o fim de semana. É um bolo com uma receita bem simples e que sempre resulta. Consoante a cor dos ovos e do sumo de laranja utilizado pode ficar mais ou menos amarelo, mas é sempre uma delícia!
Ingredientes:
3 ovos
300 g de açúcar
raspa de 1 laranja
1 copo de óleo
1 copo de sumo de laranja
200 g de farinha com fermento
Bater os ovos inteiros com o açúcar e com as raspas da laranja até ficar um creme esbranquiçado. Juntar o óleo e continuar a bater. Em seguida, acrescentar o sumo de laranja coado e misturar bem. Por fim adicionar a farinha com o fermento, na porção indicada pelo fabricante, e incorporar na massa sem bater muito. Levar a forno médio numa forma untada de margarina e polvilhada de farinha.
Acho que vou comer a última fatia!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Geléia de Jabuticaba
Com a safra de jabuticabas que tivemos, andei à procura de formas de aproveitar os frutos, que surgem em grande quantidade e se estragam rapidamente. Os que se colhem devem ser consumidos em cerca de três dias e os que ficam na árvore acabam por ser comidos pelos pássaros e pelos insectos ou rebentam de tão maduros.
Já vos mostrei o sumo que fiz e tenho um frasco de licor a "marinar" na despensa. Com o resto da colheita experimentei a fazer um pouco de Geléia de Jabuticaba. Como não sabia qual a forma de fazer o doce deste fruto resolvi procurar online, onde encontrei uma série de receitas, quase todas com as mesmas proporções. A mais clara era apresentada sob a forma de um vídeo com a explicação e demonstração da receita passo a passo.
Ingredientes:
Jabuticabas qb
Açúcar qb
Água
Lavam-se bem as jabuticabas, colocam-se dentro de um tacho e esmagam-se. Cobrem-se com água e levam-se a ferver em lume brando até que o caldo esteja vermelho bem escuro (ver vídeo). Coa-se a polpa de jabuticaba cozida, mede-se e junta-se a mesma quantidade de açúcar. Deixa-se ferver esta mistura até atingir ponto de pérola (as gotas que caem da colher levam algum tempo a formar-se e saem bem redondas). Guarda-se em frascos fervidos e fecha-se ainda quente. Ao fim de dois dias já atingiu a consistência de geléia e está pronta a comer.
Já experimentei a minha numas torradinhas e está boa, muito embora, por não ser muito gulosa, na próxima vez vou experimentar com uma menor proporção de açúcar.
Penso que a jabuticaba pode ser substituída pela uva na confecção de geléia, pois já comi uma feita por uma das minhas tias (Alice) que estava uma delícia!
Já vos mostrei o sumo que fiz e tenho um frasco de licor a "marinar" na despensa. Com o resto da colheita experimentei a fazer um pouco de Geléia de Jabuticaba. Como não sabia qual a forma de fazer o doce deste fruto resolvi procurar online, onde encontrei uma série de receitas, quase todas com as mesmas proporções. A mais clara era apresentada sob a forma de um vídeo com a explicação e demonstração da receita passo a passo.
Ingredientes:
Jabuticabas qb
Açúcar qb
Água
Lavam-se bem as jabuticabas, colocam-se dentro de um tacho e esmagam-se. Cobrem-se com água e levam-se a ferver em lume brando até que o caldo esteja vermelho bem escuro (ver vídeo). Coa-se a polpa de jabuticaba cozida, mede-se e junta-se a mesma quantidade de açúcar. Deixa-se ferver esta mistura até atingir ponto de pérola (as gotas que caem da colher levam algum tempo a formar-se e saem bem redondas). Guarda-se em frascos fervidos e fecha-se ainda quente. Ao fim de dois dias já atingiu a consistência de geléia e está pronta a comer.
Já experimentei a minha numas torradinhas e está boa, muito embora, por não ser muito gulosa, na próxima vez vou experimentar com uma menor proporção de açúcar.
Penso que a jabuticaba pode ser substituída pela uva na confecção de geléia, pois já comi uma feita por uma das minhas tias (Alice) que estava uma delícia!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Uma Tomatada para o Almoço
A Tomatada é um "Comer Alentejano" que aprendi a fazer com a minha avó materna, a Avó Eugénia. Ainda muito pequena, ficava a observá-la a preparar a Tomatada que, nesses tempos ainda sem as máquinas eléctricas que hoje nos ajudam, levava uma boa parte da manhã. Eu ajudava a esfarelar o pão duro, com as mãos, até ficar em miolos finos. Via fazer o refogado de tomate que depois se moía no Passe-vite, e adorava o cheiro que saia do tacho e depois o sabor da Tomatada. Era para mim um prato especial, apesar da sua modéstia, e percebo hoje que para além de económico e delicioso é também bastante nutritivo e equilibrado, ao juntar os cereais provenientes do pão, que deve ser Alentejano ou um pão de farinha mais grosseira, os nutrientes do tomate, cebola, alho e azeite, e as proteínas dos ovos (a gordura também...mas também nada é perfeito!).
Ingredientes:
4 tomates maduros
1 cebola
4 ou 5 dentes de alho
1/2 kg de pão alentejano duro, sem côdea, esfarelado
6 ovos
sal qb
azeite qb
Faz-se um refogado com azeite, cebola e alho. Quando a cebola estiver transparente, junta-se o tomate, sem pele, sem sementes e partido em bocados. Deixa-se refogar e quando estiver praticamente desfeito, tritura-se com o auxílio da varinha mágica. Se não tirar a pele e as sementes, depois de triturado deverá coar por um passador de rede. Rectifique o tempero do molho de tomate. Entretanto, tirou a côdea do pão, cortou em quadradinhos e triturou no processador de alimentos (vulgo, 1-2-3), até ficar em migalhas finas. Adicionar o miolo de pão ao molho, dentro do tacho, e deixar aborver bem, mexendo com uma colher de pau. Numa tigela à parte, bater os ovos com sal. Acrescentar os ovos à mistura de pão e tomate e incorporar bem. Só depois de bem misturado, ligar o lume. Manter uma temperatura baixa e ir mexendo sempre, para cozinhar os ovos e secar a Tomatada. Está pronto quando começa a desagarrar do tacho. A partir dessa altura, deixa de mexer com a colher e começa a virar o "rolo" da tomatada balanceando o tacho, como se fosse uma omolete ou migas à alentejana, até ficar com o aspecto que se vê na foto.
É delicioso acompanhado com presunto (presunto de Parma), e/ou com salada, podendo ser comido quente ou frio. Bom apetite!
Ingredientes:
4 tomates maduros
1 cebola
4 ou 5 dentes de alho
1/2 kg de pão alentejano duro, sem côdea, esfarelado
6 ovos
sal qb
azeite qb
Faz-se um refogado com azeite, cebola e alho. Quando a cebola estiver transparente, junta-se o tomate, sem pele, sem sementes e partido em bocados. Deixa-se refogar e quando estiver praticamente desfeito, tritura-se com o auxílio da varinha mágica. Se não tirar a pele e as sementes, depois de triturado deverá coar por um passador de rede. Rectifique o tempero do molho de tomate. Entretanto, tirou a côdea do pão, cortou em quadradinhos e triturou no processador de alimentos (vulgo, 1-2-3), até ficar em migalhas finas. Adicionar o miolo de pão ao molho, dentro do tacho, e deixar aborver bem, mexendo com uma colher de pau. Numa tigela à parte, bater os ovos com sal. Acrescentar os ovos à mistura de pão e tomate e incorporar bem. Só depois de bem misturado, ligar o lume. Manter uma temperatura baixa e ir mexendo sempre, para cozinhar os ovos e secar a Tomatada. Está pronto quando começa a desagarrar do tacho. A partir dessa altura, deixa de mexer com a colher e começa a virar o "rolo" da tomatada balanceando o tacho, como se fosse uma omolete ou migas à alentejana, até ficar com o aspecto que se vê na foto.
É delicioso acompanhado com presunto (presunto de Parma), e/ou com salada, podendo ser comido quente ou frio. Bom apetite!
terça-feira, 17 de maio de 2011
Bolo Simba
Hoje andei com desejos de chocolate quase todo o dia! Faltou-me um bolinho de chocolate e tive pena que o bolo mármore que fiz a semana passada já se tivesse acabado. Na nossa casa o bolo mármore é conhecido por Bolo Simba, por as suas manchas claras e escuras fazerem lembrar a pelagem do gato Simba. Este gato que passou a fazer parte da nossa vida quando o meu filho tinha apenas três anos, deixou-nos o ano passado, mas continuará nas nossas lembranças por muito tempo.
O bolo é bastante simples de fazer e segue uma proporção de ingredientes que utilizo para confeccionar vários tipos de bolos.
Ingredientes:
4 ovos
2 chávenas de açúcar
1 chávena de óleo (de girassol)
1 chávena de leite
2 chávenas de farinha com fermento
1/2 chávena de chocolate em pó
Margarina e farinha para untar e polvilhar a forma
Bate-se o açúcar com os ovos inteiros, acrescenta-se o óleo e em seguida o leite, misturando bem cada ingrediente. Incorpora-se a farinha, já sem bater muito. Deita-se metade da massa numa forma untada e polvilhada de farinha. Adiona-se o chocolate em pó à restante massa e depois de bem misturado, deita-se a massa achocolatada sobre a massa clara que já está na forma. A forma como se adiciona a massa escura vai influenciar o marmoreado do bolo. Deixar correr a massa em fios mais finos que se cruzam, confere um aspecto mais delicado. Porções maiores de massa de chocolate num só local fazem manchas grandes e um maior contraste claro escuro. Fica ao gosto de cada um!
Como me apetecia agora uma fatia (ou duas)!!!
O bolo é bastante simples de fazer e segue uma proporção de ingredientes que utilizo para confeccionar vários tipos de bolos.
Ingredientes:
4 ovos
2 chávenas de açúcar
1 chávena de óleo (de girassol)
1 chávena de leite
2 chávenas de farinha com fermento
1/2 chávena de chocolate em pó
Margarina e farinha para untar e polvilhar a forma
Bate-se o açúcar com os ovos inteiros, acrescenta-se o óleo e em seguida o leite, misturando bem cada ingrediente. Incorpora-se a farinha, já sem bater muito. Deita-se metade da massa numa forma untada e polvilhada de farinha. Adiona-se o chocolate em pó à restante massa e depois de bem misturado, deita-se a massa achocolatada sobre a massa clara que já está na forma. A forma como se adiciona a massa escura vai influenciar o marmoreado do bolo. Deixar correr a massa em fios mais finos que se cruzam, confere um aspecto mais delicado. Porções maiores de massa de chocolate num só local fazem manchas grandes e um maior contraste claro escuro. Fica ao gosto de cada um!
Como me apetecia agora uma fatia (ou duas)!!!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Salada de Frango e Quinoa
Uma salada rica em vegetais frescos é sempre uma boa solução para uma refeição. Quando se tem a sorte de ter um filho que gosta de todo o tipo de vegetais e legumes torna-se uma escolha fácil. É esse o meu caso! A não ser como acompanhamento de outro prato ou como entrada, não me satisfaz apenas uma salada verde. Preciso de substância! Por isso, quando se trata de uma refeição gosto de acrescentar carne ou peixe e um cereal ou leguminosa. Em conjunto com os vegetais e/ou as frutas, tornam a refeição mais completa e aumentam a sensação de saciedade.
Já aqui no Brasil descobri e experimentei a Quinoa. Embora pareça um cereal, não o é de facto. Todavia, pode ser confeccionado e substituir facilmente o arroz ou massas pequenas em diversos tipos de receitas. Rica em aminoácidos, cálcio, fósforo, magnésio e ferro, torna-se um alimento bastante completo e capaz de contribuir de forma eficaz e, além disso, saborosa para uma dieta equilibrada. Originária dos Andes, onde foi domesticada, era considerada sagrada pelos Incas.
(Fotos de Christian Guthier in Wikipedia)
Já confeccionei Quinoa de diversas formas, mas uma das que me agrada bastante é em salada adicionando-a a uma base vegetal e complementando com um pouco de frango. Esta salada come-se fria e pode ser também uma forma de aproveitar restos de frango. Cá em casa temos sempre o problema dos peitos que, a não ser em bifes ou saladas, têm poucos pretendentes!
Ingredientes:
2 peitos de frango cozidos, assados ou grelhados, desfiados
2 chávenas de quinoa
1/2 pimento verde
1/2 pimento encarnado
150g de tomate cereja
1 raminho de hortelã
azeite qb
vinagre balsâmico qb
Coze-se a quinoa em água com sal durante o tempo indicado na embalagem. Um bom indicador é quando se consegue ver um pequeno círculo branco no interior de cada grão. Escorrer e reservar, deixando arrefecer. Entretanto preparar a base vegetal da salada, cortando os pimentos em quadrados pequenos, partir o tomate em metades. cortar a hortelá de forma grosseira. Temperar com azeite e vinagre balsâmico. Geralmente faço esta parte da salada antes ou enquanto cozo a quinoa para ganhar algum molho. Quando a quinoa estiver quase fria, juntá-la e ao frango aos vejetais, misturando bem. Enfeitar com um pouco de hortelã e está pronto a servir.
Espero que gostem!
Já aqui no Brasil descobri e experimentei a Quinoa. Embora pareça um cereal, não o é de facto. Todavia, pode ser confeccionado e substituir facilmente o arroz ou massas pequenas em diversos tipos de receitas. Rica em aminoácidos, cálcio, fósforo, magnésio e ferro, torna-se um alimento bastante completo e capaz de contribuir de forma eficaz e, além disso, saborosa para uma dieta equilibrada. Originária dos Andes, onde foi domesticada, era considerada sagrada pelos Incas.
(Fotos de Christian Guthier in Wikipedia)
Já confeccionei Quinoa de diversas formas, mas uma das que me agrada bastante é em salada adicionando-a a uma base vegetal e complementando com um pouco de frango. Esta salada come-se fria e pode ser também uma forma de aproveitar restos de frango. Cá em casa temos sempre o problema dos peitos que, a não ser em bifes ou saladas, têm poucos pretendentes!
Ingredientes:
2 peitos de frango cozidos, assados ou grelhados, desfiados
2 chávenas de quinoa
1/2 pimento verde
1/2 pimento encarnado
150g de tomate cereja
1 raminho de hortelã
azeite qb
vinagre balsâmico qb
Coze-se a quinoa em água com sal durante o tempo indicado na embalagem. Um bom indicador é quando se consegue ver um pequeno círculo branco no interior de cada grão. Escorrer e reservar, deixando arrefecer. Entretanto preparar a base vegetal da salada, cortando os pimentos em quadrados pequenos, partir o tomate em metades. cortar a hortelá de forma grosseira. Temperar com azeite e vinagre balsâmico. Geralmente faço esta parte da salada antes ou enquanto cozo a quinoa para ganhar algum molho. Quando a quinoa estiver quase fria, juntá-la e ao frango aos vejetais, misturando bem. Enfeitar com um pouco de hortelã e está pronto a servir.
Espero que gostem!
domingo, 15 de maio de 2011
Uma Horta ao Sul do Equador 2
O post de hoje é dedicado à minha avó paterna - Avó Felicidade - por ocasião do 112º aniversário do seu nascimento. Tenho da avó Dade a imagem de uma mulher forte e determinada, com uma grande capacidade de congregar a família em seu redor e em volta da mesa. Relembro sempre com saudade as reuniões de família, dignas de um filme italiano, em que a conversa e a comida imperavam e nas quais a Avó reinava como uma verdadeira Nona!
Excelente cozinheira, também costurava e bordava como ninguém. Foi para mim uma professora e uma inspiração, a quem gostava de poder mostrar aquilo que hoje faço e, em particular, a minha linda horta!
A nossa horta fez um mês dia 10 de Maio e nunca imaginei que, em tão pouco tempo, pudesse crescer tanto. Em poucas semanas já tiramos folhas verdes para as saladas e ervas para os temperos. É o meu encanto todos os dias quando a visito e é com orgulho que a mostro aos nossos amigos!
Tudo se está a desenvolver a bom ritmo e até as favas que foram semeadas há pouco mais de duas semanas já estão cheias de folhas. Este fim de semana as courgettes floriram e dentro em breve iremos ter as suas abobrinhas prontas para ir para a sopa.
Sou uma Hortelã feliz!
Excelente cozinheira, também costurava e bordava como ninguém. Foi para mim uma professora e uma inspiração, a quem gostava de poder mostrar aquilo que hoje faço e, em particular, a minha linda horta!
A nossa horta fez um mês dia 10 de Maio e nunca imaginei que, em tão pouco tempo, pudesse crescer tanto. Em poucas semanas já tiramos folhas verdes para as saladas e ervas para os temperos. É o meu encanto todos os dias quando a visito e é com orgulho que a mostro aos nossos amigos!
Tudo se está a desenvolver a bom ritmo e até as favas que foram semeadas há pouco mais de duas semanas já estão cheias de folhas. Este fim de semana as courgettes floriram e dentro em breve iremos ter as suas abobrinhas prontas para ir para a sopa.
sábado, 14 de maio de 2011
Jabuticaba
Quase metade das árvores do nosso pequeno pomar são jabuticabeiras e, confesso a minha ignorância, da primeira vez que visitei a casa pensei que as bolinhas escuras no tronco eram alguma espécie de parasita. Foi assim que o meu primeiro encontro com as jabuticabas foi dominado pelo equívoco e pelo preconceito europeu que frutos de boa índole não vão crescendo pelo troco abaixo. Isso é coisa de fungo e de parasita que, apesar de poder ser bonito à vista, o mais certo é ser venenoso ou, pelo menos, de gosto desagradável e impróprio para comer. Estava errada e ainda bem, que não é conclusão a que, pela minha maneira de ser, eu chegue muitas vezes.
Na jabuticabeira, as pequenas flores brancas e, mais tarde, os frutos nascem em aglomerados no troco e nos ramos, dando-lhe um aspecto inusitado (aos olhos de uma europeia)! Quando maduras, as jabuticabas apresentam uma coloração que vai duma cor de vinho bem escura ao negro e o tamanho aproximado de uma cereja. A sua polpa é branca e doce, e o único caroço é volumoso. O fruto é rico em ferro, fósforo e vitamina C, sendo habitualmente comido crú, em geleia, licor ou, após fermentação, numa espécie de vinho (a jabuticaba também é conhecida como uva do Brasil).
O acompanhar do crescimento das jabuticabas e, nos últimos fins de semana, a sua apanha, tem contribuído para alguns momentos divertidos em família, e para além de as comermos ao natural estamos a explorar algumas possibilidades com este fruto que, de tempos a tempos, nos enche o quintal.
A primeira aplicação foi na preparação de um sumo (suco) para acompanhar a refeição. Jabuticabas, água e açúcar no liquidificador, após o que coei a polpa. Fica um sumo refrescante, doce mas adstringente, com um travo ácido no fundo que é bastante agradável. Faz lembrar o sumo de româ. O licor (em jeito de ginginha) já está a "marinar" no frasco e daqui a umas semanas darei conta de como correu. Se conhecerem outras formas de aproveitar as jabuticabas ficarei muito contente das cohecer.
Na jabuticabeira, as pequenas flores brancas e, mais tarde, os frutos nascem em aglomerados no troco e nos ramos, dando-lhe um aspecto inusitado (aos olhos de uma europeia)! Quando maduras, as jabuticabas apresentam uma coloração que vai duma cor de vinho bem escura ao negro e o tamanho aproximado de uma cereja. A sua polpa é branca e doce, e o único caroço é volumoso. O fruto é rico em ferro, fósforo e vitamina C, sendo habitualmente comido crú, em geleia, licor ou, após fermentação, numa espécie de vinho (a jabuticaba também é conhecida como uva do Brasil).
O acompanhar do crescimento das jabuticabas e, nos últimos fins de semana, a sua apanha, tem contribuído para alguns momentos divertidos em família, e para além de as comermos ao natural estamos a explorar algumas possibilidades com este fruto que, de tempos a tempos, nos enche o quintal.
A primeira aplicação foi na preparação de um sumo (suco) para acompanhar a refeição. Jabuticabas, água e açúcar no liquidificador, após o que coei a polpa. Fica um sumo refrescante, doce mas adstringente, com um travo ácido no fundo que é bastante agradável. Faz lembrar o sumo de româ. O licor (em jeito de ginginha) já está a "marinar" no frasco e daqui a umas semanas darei conta de como correu. Se conhecerem outras formas de aproveitar as jabuticabas ficarei muito contente das cohecer.
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