O desafio deste mês do Bread Baking Day, apresentado pela Judy do Blog Judy's Gross Eats, passava por fazer um pão com cebola. Mais uma vez, não quis faltar à chamada e aqui está a minha proposta: uma pequena pizza, onde a cebola tem um papel principal!
This month challenge from Bread Baking Day, hosted by Judy from Judy's Gross Eats, included baking some sort of bread with onions. Once again, I didn't want to fail to the call and here is my proposal: a small pizza, where the onions have the leading role!
Ingredientes:
500 g de farinha
1 pacotinho de fermento biológico ou fermento de padeiro
1 pitada de sal
1 ovo
Água morna qb
150 ml de molho de tomate
150 g queijo mozzarella ralado
1 cebola cortada em rodelas finas
100 g tomate seco ao sol, em azeite
1 frasco / lata de anchovas
Azeite e Orégãos qb
Para fazer a massa, coloca-se a farinha numa tigela, faz-se uma cavidade no centro e adiciona-se o ovo, o sal e o fermento diluído em água morna. Amassa-se bem, juntando mais alguma água morna se for necessário. Deixa-se repousar durante cerca de uma a duas horas, tapando a tigela com um pouco de película aderente e com um pano para que a massa levede e cresça. Uma vez a massa crescida, reparte-se para fazer as pizzas. Esta receita dá para oito a dez pizzas pequenas. Amassa-se bem cada pedaço, e estende-se com o rolo da massa, até adquirir a espessura e forma pretendida. Quanto mais fina a massa, mais agradável fica. Neste caso utilizei pequenas formas de tertelette, para ser servido como entrada, mas podem ser feitas sem forma.
Para preparar o recheio, levar a cebola a alourar ao lume em azeite. No fundo da pizza colocar uma fina camada de molho de tomate, depois o queijo mozzarella ralado, em seguida os filetes de anchova partidos em bocados (coloquei cerca de dois filetes por pizza) e os tomates secos também cortados em bocados. Por fim colocar as rodelas de cebola previamente cozinhadas e finalizar com os orégãos. Levar ao forno a assar. São tão boas comidas quentes como frias!
Ingredients:
500 g de flour
1 pack of biological yeast
1 bit of salt
1 egg
Warm water qb.
150 ml tomato sauce (homemade)
150 g mozzarella cheese (grated)
1 onion sliced
100 g sun dried tomatoes, in olive oil
1 jars / can of anchovies
Olive Oil and Oreganos qb
To make the dough, put the flour in a bowl, make a small cavity in the centre and add the egg, the salt and the yeast dissolved in warm water. Mix very well together, adding more warm water if necessary. Leave to rest (and grow!) for about one hour and a half, covering the bowl with a cloth and put it in a warm place. Once the dough has grown, divide it in small portions to make the pizzas. This recipe is enough for 8 to 10 small pizzas. Extend the dough to the thickness you pretend. I like the fine. In this case I use small tartelette pans, to serve as an entrée, but the minipizzas can be made in the traditional way.
To prepare the topping, put the onions in a pan with olive oil and fried them slowly until slightly golden. Cover the bottom of the pizza with a thin layer of tomato sauce, and then add the grated mozzarella, the anchovies in small pieces and the sun dried tomatoes also in small pieces. Finally add the previously cooked slices of onions and finish with the oreganos. Take to the oven to bake. They are good either warm or cold!
Espero que gostem!
Hope you like it!
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Uma Salada Fresca
Porque, até aqui que é Inverno, está calor, uma salada fresca, com vários vegetais e com a sua diversidade de sabores sabe sempre bem!
Esta salada pode ser um prato principal de uma refeição leve, ou servir como acompanhamento de outro prato.
Ingredientes:
Alface
Rúcula
Cenoura
Tomate Cereja
Cebola
Coentros
Cebolinho
Raspas de Lima (limão)
Azeite, sal e vinagre balsâmico qb
Lavar todos os vegetais. Cortar a alface em juliana média. Se utilizar rúcula selvagem pode deixar as folhas inteiras. No Brasil as folhas de rúcula são maiores, pelo que gosto de as cortar. Cortar os tomates cereja ao meio. Descascar e ralar a cenoura no ralador mais grado. Cortar a cebola em tiras finas. Partir o cebolinho. Partir os coentros em raminhos. Como os coentros da horta estão a espigar e florir, escolhi os raminhos espigados que têm ums folhs finas e guardei algumas flores para decorar. Temperar com sal (pouco), azeite e vinagre balsâmico e guarnecer com a raspa da lima, ralada no momento para dar um perfume extra.
Fica uma salada muito colorida, e fragrante que alegra as refeições de Verão.
Bom apetite!
Esta salada pode ser um prato principal de uma refeição leve, ou servir como acompanhamento de outro prato.
Ingredientes:
Alface
Rúcula
Cenoura
Tomate Cereja
Cebola
Coentros
Cebolinho
Raspas de Lima (limão)
Azeite, sal e vinagre balsâmico qb
Lavar todos os vegetais. Cortar a alface em juliana média. Se utilizar rúcula selvagem pode deixar as folhas inteiras. No Brasil as folhas de rúcula são maiores, pelo que gosto de as cortar. Cortar os tomates cereja ao meio. Descascar e ralar a cenoura no ralador mais grado. Cortar a cebola em tiras finas. Partir o cebolinho. Partir os coentros em raminhos. Como os coentros da horta estão a espigar e florir, escolhi os raminhos espigados que têm ums folhs finas e guardei algumas flores para decorar. Temperar com sal (pouco), azeite e vinagre balsâmico e guarnecer com a raspa da lima, ralada no momento para dar um perfume extra.
Fica uma salada muito colorida, e fragrante que alegra as refeições de Verão.
Bom apetite!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Uma Horta ao Sul do Equador (5)
Este fim de semana estive a semear novas plantas na horta, para renovar e preencher espaços que tinham ficado vazios e para experimentar umas sementes que comprei e que me ofereceram.
Semeei duas variedades de tomate, vagens, courgetes (abobrinhas italianas), rábanos e erva cidreira. Na semana anterior já tinha semeado ervilhas e favas. Agora vou ficar à espera que as platinhas brotem.
Entretanto. temos estado na Campanha do Tomate e do Espinafre, sendo que esta última está a corresponder às nossas necessidades. Já o tomate, nunca é demais nesta casa, pelo que estou a pensar aumentar a área plantada.
Entretanto, os tomatinhos cereja e os pimentos já estão a aparecer, mas ainda muito verdes e pequenos, e as beringelas estão em flor. As cenouras e as beterrabas estão quase a atingir os mínimos olímpicos para poderem vir visitar a cozinha e, num próximo post, já devem ser vedetas!
Semeei duas variedades de tomate, vagens, courgetes (abobrinhas italianas), rábanos e erva cidreira. Na semana anterior já tinha semeado ervilhas e favas. Agora vou ficar à espera que as platinhas brotem.
Entretanto. temos estado na Campanha do Tomate e do Espinafre, sendo que esta última está a corresponder às nossas necessidades. Já o tomate, nunca é demais nesta casa, pelo que estou a pensar aumentar a área plantada.
Entretanto, os tomatinhos cereja e os pimentos já estão a aparecer, mas ainda muito verdes e pequenos, e as beringelas estão em flor. As cenouras e as beterrabas estão quase a atingir os mínimos olímpicos para poderem vir visitar a cozinha e, num próximo post, já devem ser vedetas!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Spaghetti alla Puttanesca
Hoje trago uma receita de massa de sabor intenso e com um nome a condizer! Para aqueles que ainda estejam com alguma dúvida... sim, Puttanesca quer dizer exactamente aquilo em que estão a pensar!
A receita parece ter surgido em meados do século passado e conta-se que o nome vem do facto da maioria dos ingredientes poderem ser encontrados na despensa, podendo o prato ser confeccionado sem a necessidade de ir comprar produtos frescos. Aparentemente, esta solução seria a mais adoptada por "senhoras de virtude fácil"!
Alguns ingredientes podem diferir de receita, mas sempre presentes estão as anchovas, as alcaparras, o tomate, o alho e o azeite. O picante é dado pelas malaguetas picadas e um sabor adicional pode ser acrescentado pelas azeitonas cortadas, cebola picada, orégãos e um toque final de salsa picada. O espaço para o gosto pessoal é aumentado ainda pela escolha da massa a combinar com o Sugo alla Puttanesca. Embora habitualmente seja feito com esparguete, pode optar por outras massas secas da sua preferência!
Ingredientes:
500 g de esparguete
50 g de anchovas
3 dentes de alho
1 malagueta
1 colher de sopa de alcaparras
2 colheres de sopa de azeitonas descaroçadas e picadas
150 g de tomate pelado e picado (pode ser de lata)
75 g de tomate cereja cortado ao meio
sal, pimenta, orégãos, salsa qb
azeite qb
Cozer o esparguete al dente, escorrer e reservar. O ideal é que vá cozendo a massa enquanto faz o molho. Para o molho, picar os alhos e alourar no azeite com cuidado para não queimar, acrescentar as anchovas e refogar, deixando "derreter", juntar as alcaparras e a malagueta picada. Em seguida adicionar o tomate e deixar estufar até fazer um molho. Nesta altura, pode acrescentar o tomate cereja, que só estufa um pouco para não se desfazer totalmente. Temperar a gosto, tendo em conta que as anchovas já deixam um sabor salgado. Por fim acrescentar as azeitonas. Juntar a massa e envolver cuidadosamente. Se o molho estiver demasiado espesso, antes de adicionar a massa, acrescentar um pouco da água da cozedura do esparguete. Finalizar com a salsa picada. Se pretender um prato mais substancial, juntar atum (que também pode ser de lata) a seguir às alcaparras.
Espero que gostem!
A receita parece ter surgido em meados do século passado e conta-se que o nome vem do facto da maioria dos ingredientes poderem ser encontrados na despensa, podendo o prato ser confeccionado sem a necessidade de ir comprar produtos frescos. Aparentemente, esta solução seria a mais adoptada por "senhoras de virtude fácil"!
Alguns ingredientes podem diferir de receita, mas sempre presentes estão as anchovas, as alcaparras, o tomate, o alho e o azeite. O picante é dado pelas malaguetas picadas e um sabor adicional pode ser acrescentado pelas azeitonas cortadas, cebola picada, orégãos e um toque final de salsa picada. O espaço para o gosto pessoal é aumentado ainda pela escolha da massa a combinar com o Sugo alla Puttanesca. Embora habitualmente seja feito com esparguete, pode optar por outras massas secas da sua preferência!
Ingredientes:
500 g de esparguete
50 g de anchovas
3 dentes de alho
1 malagueta
1 colher de sopa de alcaparras
2 colheres de sopa de azeitonas descaroçadas e picadas
150 g de tomate pelado e picado (pode ser de lata)
75 g de tomate cereja cortado ao meio
sal, pimenta, orégãos, salsa qb
azeite qb
Cozer o esparguete al dente, escorrer e reservar. O ideal é que vá cozendo a massa enquanto faz o molho. Para o molho, picar os alhos e alourar no azeite com cuidado para não queimar, acrescentar as anchovas e refogar, deixando "derreter", juntar as alcaparras e a malagueta picada. Em seguida adicionar o tomate e deixar estufar até fazer um molho. Nesta altura, pode acrescentar o tomate cereja, que só estufa um pouco para não se desfazer totalmente. Temperar a gosto, tendo em conta que as anchovas já deixam um sabor salgado. Por fim acrescentar as azeitonas. Juntar a massa e envolver cuidadosamente. Se o molho estiver demasiado espesso, antes de adicionar a massa, acrescentar um pouco da água da cozedura do esparguete. Finalizar com a salsa picada. Se pretender um prato mais substancial, juntar atum (que também pode ser de lata) a seguir às alcaparras.
Espero que gostem!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Bolo de Chocolate, Beterraba e Amêndoa
Um Bolo de Chocolate é sempre uma tentação! Por isso, apesar de ter a minha receita favorita e que sempre repito, gosto de procurar e experimentar novas receitas. Foi assim que surgiu este Bolo, que teve como inspiração um outro que vi num programa de televisão em Portugal. O programa chama-se Cook Yourself Thin e, em Portugal, passa na Sic Mulher. As três apresentadoras ajudam, em cada episódio, uma mulher a realizar receitas deliciosas mas com poucas (ou menos) calorias, de forma apoder mudar a sua dieta e reduzir o número de vestuário. O bolo inspirador pode ser encontrado aqui.
Por levar beterraba (que é doce!) este bolo pode levar um pouco menos de açúcar, podendo assim, cada uma de nós, incorrer no pecado da gula com menores consequências. Com efeito, a beterraba é rica em açúcares, destacando-se, ainda, como uma das hortaliças mais ricas em ferro, tanto na raiz, que é o que vamos utilizar nesta receita, quanto nas folhas. Desta forma temos dois ganhos: podemos deliciar-nos, comendo um bolo rico em nutrientes!
Ingredientes:
4 ovos
250 g de açúcar
150 ml de óleo
1/2 beterraba ralada
1 embalagem de natas (creme de leite)
75 gramas de cacau em pó
50 g de amêndoa pelada e ralada
250 g de farinha com fermento
Começar por ralar a beterraba, lavada e descascada, assim como por escaldar, pelar e ralar as amêndoas. Bater os ovos com o açúcar até obter uma mistura homogénea, acrescentar o óleo e bater incorporando bem. Acrescentar a beterraba previamente ralada, misturando bem (a massa fica com uma linda cor rosa choque!). Adicionar as natas e em seguida o cacau em pó, misturando bem. Por fim misturar a amêndoa ralada e a farinha, envolvendo de forma cuidadosa, mas sem bater. Levar ao forno (cerca de 180º) a cozer em forma untada e polvilhada de farinha.
Fica um bolo húmido e de miolo castanho rosado, para comer sem remorsos!
Por levar beterraba (que é doce!) este bolo pode levar um pouco menos de açúcar, podendo assim, cada uma de nós, incorrer no pecado da gula com menores consequências. Com efeito, a beterraba é rica em açúcares, destacando-se, ainda, como uma das hortaliças mais ricas em ferro, tanto na raiz, que é o que vamos utilizar nesta receita, quanto nas folhas. Desta forma temos dois ganhos: podemos deliciar-nos, comendo um bolo rico em nutrientes!
Ingredientes:
4 ovos
250 g de açúcar
150 ml de óleo
1/2 beterraba ralada
1 embalagem de natas (creme de leite)
75 gramas de cacau em pó
50 g de amêndoa pelada e ralada
250 g de farinha com fermento
Começar por ralar a beterraba, lavada e descascada, assim como por escaldar, pelar e ralar as amêndoas. Bater os ovos com o açúcar até obter uma mistura homogénea, acrescentar o óleo e bater incorporando bem. Acrescentar a beterraba previamente ralada, misturando bem (a massa fica com uma linda cor rosa choque!). Adicionar as natas e em seguida o cacau em pó, misturando bem. Por fim misturar a amêndoa ralada e a farinha, envolvendo de forma cuidadosa, mas sem bater. Levar ao forno (cerca de 180º) a cozer em forma untada e polvilhada de farinha.
Fica um bolo húmido e de miolo castanho rosado, para comer sem remorsos!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Risotto de Banana da Terra
Nestes últimos meses, desde que cheguei ao Brasil tenho descoberto novos produtos e outros tantos ingredientes com que tento criar novos pratos ou renovar receitas que já fazia. Outro dia descobri a Banana da Terra, que me foi apresentada por uma amiga brasileira. Esta banana, maior que as bananas comuns que comemos como fruta, não dá para comer crua, devendo ser cozinhada tanto com aplicações em pratos salgados como doces. Boa para fritar para servir de acompanhamento, faz tambémuma boa sobremesa, se cortada em fatias e levada ao forno com açúcar e canela de onde sai caramelizada. Se algum dos leitores desta cozinha conhecer boas receitas, gostaria muito das conhecer...
Comprei duas bananas e fiquei a pensar o que fazer com elas. Lembrei-me de fazer um Risotto, utilizando a receita habitual, mas acrescentando a banana na fase final. Neste caso, o arroz foi acompanhar uns filetes de Saint Peters que estufei com alecrim (um dia destes posto a receita), e a combinação funcionou muito bem.
Ingredientes:
1 banana da terra, previamente cozida e partida em cubos (em Portugal pode ser substituída pela banana pão)
1 chávena de chá de arroz arbóreo
1 cebola pequena
azeite qb
cerca de 1 l de caldo de frango ou legumes
1 colher de sopa de manteiga
cerca de 50 g queijo parmesão ralado
Lavar a banana, cortar as pontas e partir ao meio, colocando para cozer num tacho com água. Uma vez cozida, retirar da água , partir em cubos e reservar. Picar a cebola finamente e levar ao nume num tacho com azeite. Quando estiver transparente acrescentar o azeite e deixar cozer um pouco. Depois ir juntando, gradualmente o caldo que deve estar quente. Deixar cozer o arroz com cada concha de caldo até este quase evaporar totalmente e, então, adicionar mais um pouco. Quando vir que o arroz está quase cozido (faltando cerca de duas conchas de caldo), adicionar os cubos de banana. Quando estiver no ponto e ainda com um pouco de caldo, adicionar uma colher de manteiga, misturar e, por fim, juntar o queijo parmesão ralado, envolvendo bem. O arroz deve ficar cremoso e para que não seque, deve ser servido imediatamente.
Experimentem e bom apetite!
Comprei duas bananas e fiquei a pensar o que fazer com elas. Lembrei-me de fazer um Risotto, utilizando a receita habitual, mas acrescentando a banana na fase final. Neste caso, o arroz foi acompanhar uns filetes de Saint Peters que estufei com alecrim (um dia destes posto a receita), e a combinação funcionou muito bem.
Ingredientes:
1 banana da terra, previamente cozida e partida em cubos (em Portugal pode ser substituída pela banana pão)
1 chávena de chá de arroz arbóreo
1 cebola pequena
azeite qb
cerca de 1 l de caldo de frango ou legumes
1 colher de sopa de manteiga
cerca de 50 g queijo parmesão ralado
Lavar a banana, cortar as pontas e partir ao meio, colocando para cozer num tacho com água. Uma vez cozida, retirar da água , partir em cubos e reservar. Picar a cebola finamente e levar ao nume num tacho com azeite. Quando estiver transparente acrescentar o azeite e deixar cozer um pouco. Depois ir juntando, gradualmente o caldo que deve estar quente. Deixar cozer o arroz com cada concha de caldo até este quase evaporar totalmente e, então, adicionar mais um pouco. Quando vir que o arroz está quase cozido (faltando cerca de duas conchas de caldo), adicionar os cubos de banana. Quando estiver no ponto e ainda com um pouco de caldo, adicionar uma colher de manteiga, misturar e, por fim, juntar o queijo parmesão ralado, envolvendo bem. O arroz deve ficar cremoso e para que não seque, deve ser servido imediatamente.
Experimentem e bom apetite!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Geléia de Laranjinhas da China
As Laranjinhas da China, conhecidas no Brasil como Laranjas Kinkan e, por esse mundo fora, como Kumquats, não são, de facto, citrinos, muito embora se assemelhem muito a miniaturas de laranja. Pensa-se que foram trazidas para o Brasil pelos primeiros imigrantes japoneses, sendo que, em Japonês Kinkan significa Laranja de Ouro. No entanto, existem registos portugueses do seculo XVII, de missionários na China, que referem e descrevem o fruto, o que pode explicar o nome utilizado no nosso país.
Pelas suas características, nomeadamente o grau de acidez e degiribilidade da casca, a Kinkan torna-se bastante interessante em termos culinários, podendo ser utilizada tanto para a confecção de geléias como de molhos ácidos para acompanhar carnes gordas, como é por exemplo o caso do pato.
Dado que aqui não me tem sido fácil arranjar pato, decidi fazer uma geléia que, quem sabe, poderá mais tarde vir a ser adaptada a algum prato que venha a confeccionar, ou que posso comer com um pouco de pão ou torrada.
Ingredientes:
300 g de Laranjinhas
raspa e sumo de um limão
300 g de açúcar
Lavar e cortar em rodelas finas as laranjinhas, dispensando os caroços. Colocar num tacho as laranjinhas, o sumo do limão, e cerca de 250 ml de água. Tapar o tacho e deixar cozer em lume brando até os frutos estarem muito brandos (cerca de 20 minutos). Acrescentar o açúcar e mexer bem, mantendo em lume brando até o açúcar dissolver totalmente. Aumentar o lume e deixar ferver em cachão durante cerca de cinco minutos e testar se já atingiu o ponto.
Para testar se qualquer doce ou geléia já atingiram o ponto certo, a melhor forma consiste em colocar um ou mais pratos no congelador (freezer) e colocar um pouco do doce sobre o prato gelado, deixar arrefecer e passar o dedo por cima do doce. Se este ficar enrugado é porque já está bom e deve ser retirado do lume. Se ainda estiver muito líquido deverá deixar ferver mais uns minutos e testar novamente. Cada vez que interrompe para testar deve desligar o fogão.
Uma vez no ponto deve ser colocado num frasco de vidro, previamente esterelizado e tapar de forma hermética.
Ficou uma linda geleia de cor dourada, com as rodelas das laranjinhas em suspensão. Estou diligentemente a tentar encontrar um fornecedor de pato para experimentar a geléia com uns magrets...
Espero que gostem!
Pelas suas características, nomeadamente o grau de acidez e degiribilidade da casca, a Kinkan torna-se bastante interessante em termos culinários, podendo ser utilizada tanto para a confecção de geléias como de molhos ácidos para acompanhar carnes gordas, como é por exemplo o caso do pato.
Dado que aqui não me tem sido fácil arranjar pato, decidi fazer uma geléia que, quem sabe, poderá mais tarde vir a ser adaptada a algum prato que venha a confeccionar, ou que posso comer com um pouco de pão ou torrada.
Ingredientes:
300 g de Laranjinhas
raspa e sumo de um limão
300 g de açúcar
Lavar e cortar em rodelas finas as laranjinhas, dispensando os caroços. Colocar num tacho as laranjinhas, o sumo do limão, e cerca de 250 ml de água. Tapar o tacho e deixar cozer em lume brando até os frutos estarem muito brandos (cerca de 20 minutos). Acrescentar o açúcar e mexer bem, mantendo em lume brando até o açúcar dissolver totalmente. Aumentar o lume e deixar ferver em cachão durante cerca de cinco minutos e testar se já atingiu o ponto.
Para testar se qualquer doce ou geléia já atingiram o ponto certo, a melhor forma consiste em colocar um ou mais pratos no congelador (freezer) e colocar um pouco do doce sobre o prato gelado, deixar arrefecer e passar o dedo por cima do doce. Se este ficar enrugado é porque já está bom e deve ser retirado do lume. Se ainda estiver muito líquido deverá deixar ferver mais uns minutos e testar novamente. Cada vez que interrompe para testar deve desligar o fogão.
Uma vez no ponto deve ser colocado num frasco de vidro, previamente esterelizado e tapar de forma hermética.
Ficou uma linda geleia de cor dourada, com as rodelas das laranjinhas em suspensão. Estou diligentemente a tentar encontrar um fornecedor de pato para experimentar a geléia com uns magrets...
Espero que gostem!
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